Jung

Encontros

A Psicologia nos permite ir de encontro a alma... pois ela pode ser tão doce como uma poesia e tão profunda que nos promove a consciência.

A metáfora é uma de suas linguagens, assim como o sonho, os contos, os mitos, os desenhos...

A conversa, a troca, que acontece na terapia é inigualável a qualquer outro contexto de relação, por isso o papel do psicólogo deve ser tão valorizado, pois não há outro como esse.

E assim, aparece outro instrumento de se chegar a alma daquele que procura a psicologia para encontrar o seu caminho, a Astrologia.

Segundo Jung em O Segredo da Flor de Ouro ([1929] 1990):

"A Astrologia merece o reconhecimento da Psicologia, sem restrições, pois representa a soma de todo o conhecimento da Antiguidade".

E no livro Sincronicidade ([1972] 2002), Jung diz:

"Como psicólogo, interesso-me sobretudo pela luz que um mapa natal lança sobre certas complicações no caráter. Em casos de difícil diagnóstico psicológico, eu normalmente uso o mapa natal a fim de obter um outro ponto de vista de um ângulo completamente diferente. Devo dizer que muito frequentemente dados astrológicos elucidaram certos pontos que de outra forma teriam sido impossíveis de entender."


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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Astro - MARTE

Este planeta na Astrologia é o símbolo que representa uma energia de força, de masculinidade, de vontade, de expressão, de coragem. Dependendo dos aspectos que o envolvem, pode denotar ímpetos de raiva no indivíduo em questão, pode mostrar quais situações em que as discórdias aparecem, também indica onde este indivíduo age sem precisar de estímulos, liderando a situação.
No mapa do homem, Marte mostra como este homem exerce sua masculinidade e no mapa da mulher aponta algumas características de homem que ela procura.


Na mitologia greco-romana Marte simboliza a guerra e o sangue. Na Grécia era apreciado em Esparta, conhecido como um deus brutal e agressivo. Em Roma era protetor agrícola e depois transformou-se em protetor das conquistas romanas. Aparecia sempre acompanhado por seus dois filhos: Fobos ( o medo) e Deimos (o terror), mas quase sempre perdia suas lutas. Teve vários amores à força, pois não aceitava ser rejeitado. O mais famoso foi com Vênus, com quem teve Eros e Harmonia.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Astro - MERCÚRIO


Mercúrio na Astrologia representa o pensamento, a reflexão, análise, troca de idéias, os processos mentais. Mostra também como o indivíduo comunica esses pensamentos.
Ele é um planeta neutro que adquire as características de outro planeta que fizer aspecto. O lugar do mapa onde ele está mostra onde podemos ter mais informações e trocas, quais assuntos influenciam nossos pensamentos, enquanto que o signo onde ele está influi na maneira de pensar e tomar decisões. Dependendo de sua configuração no mapa pode indicar habilidades em escrever, estudar, ensinar...

Na mitologia grega Mercúrio nasceu filho de Zeus e Maia, já muito inteligente desde de bebê. Roubou rebanhos, subornou as testemunhas, escondeu as provas como se nada tivesse acontecido. Mas quando Apolo o levou a Zeus ele confessou. Mercúrio não mente, mas também não diz toda a verdade. Assim tornou-se o mensageiro dos deuses. Ele usa um chapéu que lhe dá invisibilidade, sapatos com asas que lhe dão rapidez, uma bolsa para guardar seus lucros e um bastão que encanta mas também representa a sabedoria. Conhece as ervas e seu poder mágico representado pelo bastão (caduceu) é usado como símbolo dos médicos.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Astro - VÊNUS




Vênus, o planeta do amor, dos prazeres. Na astrologia Vênus representa a expressão do amor, a expressão da feminilidade, ou o tipo de mulher que se procura, a arte, a estética, o belo. O local do mapa onde se encontra fala sobre como o indivíduo se diverte, se alegra, dependendo dos aspectos pode indicar aptidões artísticas, beleza.

Na mitologia Vênus é a deusa do panteão romano, equivalente a Afrodite para os gregos. É a deusa do amor e da beleza.
O mito do nascimento conta que surgiu de dentro de uma concha de madrepérola tendo sido gerada pelas espumas (afros, em grego). Em outra versão, é filha de Juíter e Dione.

Astro - LUA


A Lua na Astrologia representa a parte emocional do indivíduo, suas necessidades, suas reações automáticas diante de uma situação, também diz a respeito da popularidade do indivíduo, de sua expressão interior, de sua inspiração, fala sobre a infância também, sobre a mãe. E dependendo do nível de interpretação pode até falar sobre a vida anterior.

Em nossa vida esse astro influencia as marés, o crescimento das plantas, o humor, os romances, as histórias. Em diversas mitologias sempre teve lugar de destaque, e bastante ligada ao ritmo da natureza através dos seus ciclos de crescer, até chegar ao seu máximo, depois minguar e assim continuamente, mês após mês. Uma grande representante da Grande Deusa das antigas religiões ligadas a Terra.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Astro - SOL





¨Sol da minha vida¨. Sim, o Sol é a vida, é o espírito, a chama que nunca se apaga, ou ao menos, que nunca deve se apagar.

O Sol na Astrologia diz sobre o que há na alma, o ponto que o indivíduo sabe que é, aquelas características que ele sabe que tem, sabe que é, a forma de pensar, a energia principal e pura, forte, alta, que expressa o mais forte de seu Ser.

Na mitologia greco-romana é a representação do deus Apolo, um deus olímpico, uma das maiores divindades. Filho de Zeus e Leto, irmão de Artemis. Depois de Zeus, o mais venerado de toda Antiguidade Clássica. Identificado como o sol e a luz da verdade, protegia ou ameaçava desde os céus. Através dele os homens se tornavam conscientes de seus pecados e os purificava. Presidia as leis da religião e era simbolo da inspiração profética e artística.

Temido pelos outros deuses, somente obedecia a seus pais. Era deus da morte súbita, pragas e doenças, mas também da cura e proteção contra forças malignas.

Era deus da Beleza, Perfeição, Harmonia, Equilibrio e Razão. Ligado a natureza às ervas e aos rebanhos, protetor dos pastores, marinheiros e arqueiros.

Astrologia

A Astrologia, diferente do que a maioria considera, nasceu junto com a Astronomia em tempos imemoráveis por nós mesmos. Este tempo era um tempo que não conhecemos. Um tempo em que o ser humano era integrado com a natureza, com seus ciclos naturais, com suas observações e pensamentos ligados com as plantas e os animais, os ciclos da Terra, do Sol, da Lua e de todos os outros planetas que podiam ser observados no céu.

Assim, pela concepção deste ser humano que hoje em dia nas grandes cidades nem tal sombra é fácil de encontrar, eles foram percebendo que quando um filho nascia numa determinada data, em determinado horário, quando a Lua estava mais próxima de Venus, entre outras influências, esta pessoa se desenvolvia de um forma característica daquela época, daquele dia, daquele horário.

Veja bem, é dificil para nós entender exatamente esse processo, tente se lembrar das histórias que escutamos do passado da humanidade. Das tribos onde o conhecimentos era passado oralmente de pai para filho, onde a familia com mais descendentes era a mais forte, de como as pessoas dependiam do tempo para fazer viagens longas, para plantar, para colher, para viver.
Pois bem, é nesse tempo que a Astrologia e a Astronomia nasceram.

Há indícios desse conhecimento nos povos da Suméria, Babilônia, Egito, Mesopotâmia, Grécia, India, etc., sendo que os primeiros indícios datam de 15 mil a.C.
Portanto, durante milênios a astrologia e a astronomia foram respeitadas e seguidas por grandes sábios, estudiosos, sacerdotisas etc.

O que acontece e a maioria desconhece, é que a Astrologia leva em consideração a posição aparente dos corpos celestes vistos de certo local da Terra em um dado momento, a isso se equivale o Zodiaco Tropical que serve de base para a interpretações dos mapas. Diferente da Astronomia que leva em consideração a posição real das constelações no céu.

O Zodíaco tropical é um sistema que leva em conta tanto o Equinócio de primavera do hemisfério norte como a entrada do signo de Áries, iniciando o ano astrológico. Isso significa que a astrologia tradicional não utiliza as posições das constelações como na astronomia e sim as estações do ano e os ciclos naturais para definir os períodos do ano astrológico. O ano astrológico é dividido em 12 signos de 30 graus cada um.

Somente recentemente em nossa história, aproximadamente no ano de 325 d.C. com o Concílio de Nicéia o Cristianismo além de já ser a religião ocidental com maior poder coibiu qualquer prática, crença e costumes que não fossem assumidos pela Igreja como verdadeiros. Houve então ataques e perseguições a tudo que não estivesse alinhado com o pragmatismo da Igreja, que tomava naquele período a direção política e religiosa das nações. Então somente em alguns poucos povoados e através de alguns estudiosos que já tinham o conhecimento é que a Astrologia continuou a ser estudada e respeitada. Isso ainda durou anos, até que em torno de 1600, na era do racionalismo, revolução copérnica, houve o maior declínio desse estudo.

Somente nos anos 90 que a Astrologia retomou seu fôlego, houve movimentos de reaver este conhecimento tão valioso à humanidade. A informação vem sendo difundida através de escolas por todo o mundo, proporcionando mais entendimento e clareza sobre os acontecimentos da vida.